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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Eu sou radical!


Sacrifício cristão radical...


Da Raiz de Davi


Amém!

Edvanil FonsecaRosa vermelha

domingo, 15 de janeiro de 2012

Uma chance para marcar vidas...


As pessoas sabem que um dia todos estarão diante da eternidade.
A Bíblia é clara diante do que espera cada um, mesmo sendo taxativa em trazer ordenanças daqueles que nos criou muitos ainda não dão o devido crédito ao que é dito em nosso manual de vida.
E, a maioria das pessoas desabam diante da possibilidade da morte, seja a sua ou do seu ente querido, mesmo que esqueça logo depois.
Portanto compartilharei com vocês uma interessante e reflexiva matéria. Não conheço este homem, não conheço sua biografia, mas a sua esposa relata que as lições por ele deixadas aos seus, retrata o que ele sempre acreditou, pelo menos para esta vida. Não sei onde ele vai passar a eternidade, mas o que ele deixou escrito (entre outras marcas, não estou falando de herança, mas daquilo que serve para a vida) para os seus filhos é lindo e admirável, demonstra firmeza, e vale a pena ler. 


“Nessas últimas semanas, depois de saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês crescem.
Estive pensando sobre o que realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.
As três virtudes mais importantes são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito orgulhoso de vocês.

Estou dando conselhos a vocês. Esses são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.
Amo muito vocês. Não se esqueçam disso.

Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.
Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.
Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.
Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura.
Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.
Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance.
Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.
Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.
Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.
Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.
Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom.
Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.
Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.
Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.
Sempre trate aqueles que conhecerem como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.
Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.
Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.
Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.
Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.
Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.
Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.
Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou jóias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.
Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas são corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.
Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.
Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.
Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!
E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.
Amo vocês com todo meu coração,
Papai”

Leia a matéria na íntegra nos links abaixo.

Fontes: 
Edvanil FonsecaRosa vermelha

sábado, 14 de janeiro de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tomei uma criança pela mão...


Tomei uma criança pela mão, a fim de andarmos juntos parte do caminho. Eu deveria levá-la ao Pai. A tarefa me amedrontou, tão terrível me pareceu a responsabilidade. Falei, então, com a criança apenas sobre o Pai. Pintei a severidade do Pai caso ela o desagradasse. Andamos sob as árvores altas e eu disse que o Pai tinha poder para derrubá-las num minuto com seus raios possantes. Andamos ao sol, e lhe falei sobre a grandeza do Pai que fez o sol ardente, esplendoroso.
Ao cair da tarde, nos encontramos com o Pai. A criança se escondeu atrás de mim, tinha medo, não queria olhar para aquela face tão cheia de amor. Ela lembrou-se de minha descrição, não quis colocar sua mãozinha na mão do Pai. Fiquei entre a criança e o Pai. Refleti. Eu tinha sido tão conscienciosa, tão séria.
********
Tomei uma criança pela mão. Eu deveria levá-la ao Pai. Senti-me esmagada pela multidão de coisas que deveria ensinar-lhe. Não nos demoramos, mas corremos todo o caminho. Num minuto comparávamos as folhas das árvores e no seguinte examinávamos o ninho de um pássaro.
Enquanto a criança me fazia perguntas a respeito, eu a empurrava para caçar borboleta. Se por acaso adormecia, eu a despertava, a fim de que não perdesse nada. Eu queria que ela visse. Falamos do Pai muitas vezes e rapidamente. Derramei em seus ouvidos todas as histórias que deveria saber, mas fomos em diversas ocasiões interrompidas pelo soprar do vento, do qual devíamos falar; pelo sair das estrelas, que tínhamos de estudar; pelo riacho murmurante, que precisávamos acompanhar até sua fonte. E então, ao cair do dia, encontramos o Pai. A criança o olhou de relance. O Pai estendeu-lhe a mão, mas ela não se interessou o bastante para tomá-la. Pontos febris queimavam em seu rosto, ela caiu exausta no chão e adormeceu. Eu estava de novo entre a criança e o Pai. Refleti. Eu lhe ensinara tantas, tantas coisas.
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Tomei uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Meu coração estava cheio de gratidão pelo alegre privilégio. Andamos devagar. Moderei meus passos pelos dela. Falamos das coisas que a criança ia notando. Algumas vezes era um dos pássaros do Pai: observamos quando construía seu ninho e vimos os ovos que nele depositava. Conversamos depois sobre os cuidados que ele tinha com os filhotes. Outras vezes apanhávamos as flores do Pai e acariciávamos as pétalas macias, apreciando suas lindas cores. Com freqüência contávamos uma para a outra essas histórias, repetidamente. De tempo em tempo parávamos, encostando nas árvores do Pai e deixando que o ar feito por Ele refrescasse nosso rosto sem falar. E então, ao fim do dia, encontramos com o Pai. Os olhos da criança brilharam. Ela olhou com amor, confiança e alegria para a face do Pai, colocando sua mão na mão dele. Naquele momento fui esquecida. E me alegrei.

Do livro: Passando aos Filhos a Tocha da fé
                 
            Edvanil FonsecaRosa vermelha

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012