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domingo, 25 de julho de 2010

Sua Vida é Jesus para alguém?



Sua VIDA é Jesus para alguém,
Por mais fraca e falha que possa ser.
Apesar de ser cheio de erros,
Você é tudo de Deus que alguém vai ver.
Sua LINGUA é Jesus para alguém.
Aquela palavra amarga de dor
Falará a um coração sensível
Talvez tudo que ela ouvirá do Senhor.
Seus ALVOS são Jesus para alguém.
O que você tiver em primeiro lugar
São para ele os alvos de um Cristão,
São esses que um dia ele vai procurar.
Sua FIDELIDADE – isto para alguém é Jesus.
Se Ele é fiel em tudo ou não
Depende do dia após dia, da perseverança
Que há em você e em seu coração.
Seu AMOR é Jesus para alguém,
Para aquela que está precisando saber
Se Jesus realmente irá atrás dela
Seja quão longe ela estiver.
Cuidado para que alguém não blasfeme Deus
Eles vão descobrir o que você é.
E o único Jesus que alguns vão ver
É o Jesus que conhecem através de você.
In: http://solomon1.com/a/2010/25/sua-vida-e-jesus-para-alguem/

A Solidão Amiga

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão... Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida. Faço-lhe uma sugestão: leia o livro A chama de uma vela, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxoleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis“. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a Sua Solidão?“ Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida. Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.“ Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim. Como é que a sua solidão se comporta? Ou, talvez, dando um giro na pergunta: Como você se comporta com a sua solidão? O que é que você está fazendo com a sua solidão? Quando você a lamenta, você está dizendo que gostaria de se livrar dela, que ela é um sofrimento, uma doença, uma inimiga... Aprenda isso: as coisas são os nomes que lhe damos. Se chamo minha solidão de inimiga, ela será minha inimiga. Mas será possível chamá-la de amiga? Drummond acha que sim: “Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.!“ Nietzsche também tinha a solidão como sua companheira. Sozinho, doente, tinha enxaquecas terríveis que duravam três dias e o deixavam cego. Ele tirava suas alegrias de longas caminhadas pelas montanhas, da música e de uns poucos livros que ele amava. Eis aí três companheiras maravilhosas! Vejo, frequentemente, pessoas que caminham por razões da saúde. Incapazes de caminhar sozinhas, vão aos pares, aos bandos. E vão falando, falando, sem ver o mundo maravilhoso que as cerca. Falam porque não suportariam caminhar sozinhas. E, por isso mesmo, perdem a maior alegria das caminhadas, que é a alegria de estar em comunhão com a natureza. Elas não vêem as árvores, nem as flores, nem as nuvens e nem sentem o vento. Que troca infeliz! Trocam as vozes do silêncio pelo falatório vulgar. Se estivessem a sós com a natureza, em silêncio, sua solidão tornaria possível que elas ouvissem o que a natureza tem a dizer. O estar juntos não quer dizer comunhão. O estar juntos, frequentemente, é uma forma terrível de solidão, um artifício para evitar o contato conosco mesmos. Sartre chegou ao ponto de dizer que “o inferno é o outro.“ Sobre isso, quem sabe, conversaremos outro dia... Mas, voltando a Nietzsche, eis o que ele escreveu sobre a sua solidão: “Ó solidão! Solidão, meu lar!... Tua voz – ela me fala com ternura e felicidade! Não discutimos, não queixamos e muitas vezes caminhamos juntos através de portas abertas. Pois onde quer que estás, ali as coisas são abertas e luminosas. E até mesmo as horas caminham com pés saltitantes. Ali as palavras e os tempos poemas de todo o ser se abrem diante de mim. Ali todo ser deseja transformar-se em palavra, e toda mudança pede para aprender de mim a falar.“ E o Vinícius? Você se lembra do seu poema O operário em construção? Vivia o operário em meio a muita gente, trabalhando, falando. E enquanto ele trabalhava e falava ele nada via, nada compreendia. Mas aconteceu que, “certo dia, à mesa, ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção ao constatar assombrado que tudo naquela casa – garrafa, prato, facão – era ele que os fazia, ele, um humilde operário, um operário em construção (...) Ah! Homens de pensamento, não sabereis nunca o quando aquele humilde operário soube naquele momento! Naquela casa vazia que ele mesmo levantara, um mundo novo nascia de que nem sequer suspeitava. O operário emocionado olhou sua própria mão, sua rude mão de operário, e olhando bem para ela teve um segundo a impressão de que não havia no mundo coisa que fosse mais bela. Foi dentro da compreensão desse instante solitário que, tal sua construção, cresceu também o operário. (...) E o operário adquiriu uma nova dimensão: a dimensão da poesia.“ Rainer Maria Rilke, um dos poetas mais solitários e densos que conheço, disse o seguinte: “As obras de arte são de uma solidão infinita.“ É na solidão que elas são geradas. Foi na casa vazia, num momento solitário, que o operário viu o mundo pela primeira vez e se transformou em poeta. E me lembro também de Cecília Meireles, tão lindamente descrita por Drummond: “...Não me parecia criatura inquestionavelmente real; e por mais que aferisse os traços positivos de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me a impressão de que ela não estava onde nós a víamos... Distância, exílio e viagem transpareciam no seu sorriso benevolente? Por onde erraria a verdadeira Cecília...“ Sim, lá estava ela delicadamente entre os outros, participando de um jogo de relações gregárias que a delicadeza a obrigava a jogar. Mas a verdadeira Cecília estava longe, muito longe, num lugar onde ela estava irremediavelmente sozinha. O primeiro filósofo que li, o dinamarquês Soeren Kiekeggard, um solitário que me faz companhia até hoje, observou que o início da infelicidade humana se encontra na comparação. Experimentei isso em minha própria carne. Foi quando eu, menino caipira de uma cidadezinha do interior de Minas, me mudei para o Rio de Janeiro, que conheci a infelicidade. Comparei-me com eles: cariocas, espertos, bem falantes, ricos. Eu diferente, sotaque ridículo, gaguejando de vergonha, pobre: entre eles eu não passava de um patinho feio que os outros se compraziam em bicar. Nunca fui convidado a ir à casa de qualquer um deles. Nunca convidei nenhum deles a ir à minha casa. Eu não me atreveria. Conheci, então, a solidão. A solidão de ser diferente. E sofri muito. E nem sequer me atrevi a compartilhar com meus pais esse meu sofrimento. Seria inútil. Eles não compreenderiam. E mesmo que compreendessem, eles nada podiam fazer. Assim, tive de sofrer a minha solidão duas vezes sozinho. Mas foi nela que se formou aquele que sou hoje. As caminhadas pelo deserto me fizeram forte. Aprendi a cuidar de mim mesmo. E aprendi a buscar as coisas que, para mim, solitário, faziam sentido. Como, por exemplo, a música clássica, a beleza que torna alegre a minha solidão... A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias de risos... Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira. Mas essa conversa não acabou: vou falar depois sobre os companheiros que fazem minha solidão feliz.

Rubem Alves (Correio Popular, 30/06/2002)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

JEREMIAS 1


1 Palavras de Jeremias, filho de Hilquias, um dos sacerdotes que estavam em Anatote, na terra de Benjamim;

2 Ao qual veio a palavra do SENHOR, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá, no décimo terceiro ano do seu reinado.

3 E lhe veio também nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, até ao fim do ano undécimo de Zedequias, filho de Josias, rei de Judá, até que Jerusalém foi levada em cativeiro no quinto mês.

4 Assim veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:

5 Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.

6 Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino.

7 Mas o SENHOR me disse: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás.

8 Não temas diante deles; porque estou contigo para te livrar, diz o SENHOR.

9 E estendeu o SENHOR a sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o SENHOR: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca;

10 Olha, ponho-te neste dia sobre as nações, e sobre os reinos, para arrancares, e para derrubares, e para destruíres, e para arruinares; e também para edificares e para plantares.

11 Ainda veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que é que vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira.

12 E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.

13 E veio a mim a palavra do SENHOR segunda vez, dizendo: Que é que vês? E eu disse: Vejo uma panela a ferver, cuja face está para o lado do norte.

14 E disse-me o SENHOR: Do norte se descobrirá o mal sobre todos os habitantes da terra.

15 Porque eis que eu convoco todas as famílias dos reinos do norte, diz o SENHOR; e virão, e cada um porá o seu trono à entrada das portas de Jerusalém, e contra todos os seus muros em redor, e contra todas as cidades de Judá.

16 E eu pronunciarei contra eles os meus juízos, por causa de toda a sua malícia; pois me deixaram, e queimaram incenso a deuses estranhos, e se encurvaram diante das obras das suas mãos.

17 Tu, pois, cinge os teus lombos, e levanta-te, e dize-lhes tudo quanto eu te mandar; não te espantes diante deles, para que eu não te envergonhe diante deles.

18 Porque, eis que hoje te ponho por cidade forte, e por coluna de ferro, e por muros de bronze, contra toda a terra, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes, e contra o povo da terra.

19 E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

FRASES IMPACTANTES & REFLEXIVAS


Foto: Recanto do Laranjo/BA - 2006



Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço. (Dave Weinbaum)

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No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se a isso.

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É quase impossível florescer no deserto, mas os que o experimentam se tornam fortes para florescer em qualquer tempo. (Pr. Geremias do Couto)

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Ninguém pode mais comprar-me, fui comprado por um homem, que jamais alguém poderá pagar preço igual". (Victor Hugo)

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Deus quer que você sacrifique o seu Isaque. Adorar... somente a Ele. (Edvanil)

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Evangelização é um mendigo contando a outro onde encontrar pão. (D. T. Niles)

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Não se deve priorizar relacionamentos em detrimento da verdade. A verdade precisa ter o primeiro lugar. (John Piper)


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É uma auto-afirmação política-religiosa-familiar. Onde está o equívoco? Não nos ensinaram a quem ADORAR de verdade. (Edvanil)

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Como podemos imaginar ficarmos ao mesmo tempo assombrados com o mundo e, mesmo assim, nele nos sentirmos em casa? (G. K. Chesterton)

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Quem exclui um membro da família não está simplesmente reduzindo o tamanho dela: está ferindo sua própria estrutura. (C.S. Lewis)

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Edvanil FonsecaRosa vermelha

DEPOIS DO NATAL



Depois do natal, não tem mais papai Noel. O vermelho de suas roupas fica no saldo bancário.
Depois do natal as luzes se apagam e na escuridão não vemos mais as crianças desvalidas.
Depois do natal, o alegre badalar dos sinos transforma-se num zumbido incômodo de mau presságio.
Depois do natal, os presépios são desarmados das prateleiras, vitrines e salas de estar. Mas criancinhas nascendo no meio do lixo fazem as lapinhas das periferias.
Depois do natal não tem mais peru, mas talvez uma canjinha insossa em algum hospital do S.U.S.
Depois do natal a criança sai da manjedoura e vai para as esquinas. E não há mais reis magos para lhes presentear.
Depois do natal não se ouve mais o “Jingle Bell”, mas o samba do crioulo doido.
Depois do natal, não tem mais festa. Só os catadores estão nas ruas, revirando cestas de lixo para encontrar o atrasado presente do estômago.
Depois do natal, o “espírito natalino” é expulso pelo “espírito de porco”.
Depois do natal a missa é do galo – que nunca é preto – enquanto galinhas e pintinhos continuarão discriminados.
Depois do natal recolhem-se os perdões atreguados e renovam-se as mágoas.
Depois do natal a esperança vai morrer em uma bala perdida e a paz será sequestrada.
Depois do natal o Cristo mal-lembrado é bem-esquecido.
Por favor, não deixem o natal passar. Fechem as portas, janelas, parem os relógios. Façam qualquer coisa, mas não deixem o natal ir embora.

Por Cristo
Jansen Viana.

In: http://raquelstscosta.blogspot.com/2009_04_01_archive.html

sábado, 10 de julho de 2010

NÃO POSSO DESISTIR!!!!

"Se te mostrares frouxo no dia da angústia a tua força será pequena." Provérbios 24.10



domingo, 27 de junho de 2010

UMA CAMPANHA PARA MUDAR A IGREJA


Propostas:

1. Deixe de promover eventos festivos um atrás do outro, que acarretam enormes despesas à igreja e pouco resultado trazem à vida espiritual dos crentes e à evangelização, mas não abra mão dos cultos "normais", onde

todos podem ser edificados mutuamente. Aqui a comunhão pode ser experimentada em sua dimensão mais profunda.


2. Pare de criar nomenclaturas para definir um culto do outro, como, por exemplo, "culto da vitória", "culto de libertação", "culto de avivamento", "culto da virada" etc., pois culto se presta a Deus de acordo com os elementos descritos no Novo Testamento, e todos eles, quando prestados de fato ao Senhor, cumprem todas as finalidades bíblicas.

3. Reprograme as atividades extra-cultos em sua igreja, entre elas os ensaios dos diferentes departamentos musicais, para não correr o risco de um ativismo improdutivo e ter os horários de tal maneira ocupados com tantas programações que o tempo para o verdadeiro culto a Deus seja escasso, trazendo sérios prejuízos espirituais à vida dos crentes.

4. Tome a decisão radical de não convidar cantores famosos para "abrilhantar" os festejos da igreja (até porque estes em grande parte já não mais farão parte do calendário, pelo menos por um ano) e você descobrirá quantos talentos escondidos na própria igreja poderão ser aproveitados, sem custo algum, nos cultos regulares ou em outro evento extremamente indispensável. Além disso, se não houver demanda, os cantores (sem cair no terreno da generalização) deixarão de cobrar os elevados cachês e, quem sabe, aprendam a ver o que fazem como ministério e não como profissão.

5. Não deixe também de valorizar o cântico congregacional. Uma igreja que adora a Deus unida pode experimentar a vida comunitária com muito maior comunhão e proveito do que aquela em que os membros são meros assistentes de culto. Vêm e vão sem nenhum comprometimento com a vida comunitária.

6. De igual modo, pare de convidar pregadores renomados, os quais seguem a mesma linha dos cantores "profissionais" e chegam nas igrejas com os DVDs (ou CDs) da mensagem ainda a ser pregada já prontos para serem colocados à venda na porta da igreja por um preço bem módico. Quem sabe eles (sem cair também no terreno da generalização) da mesma forma aprendam e passem a servir e não buscar serem servidos.

7. Na ausência dos pregadores que não serão mais convidados, pare de "encher linguiça" durante os cultos, não mais ofereça "capim seco" às suas ovelhas, mas prepare-se para a cada culto ter sempre uma nova mensagem bíblica, cristocêntrica, sem apelar para os conhecidos e já surrados chavões, que alimente o povo e lhe aguce o desejo de voltar nos próximos cultos.

8. Pare de valorizar o formalismo da oração, que envaidece o coração farisaico, mas ensine a sua igreja o que significa orar e torne isso parte do metabolismo espiritual dos crentes de maneira que a oração, a conversa com Deus, profunda, livre e sincera, permeie tudo quanto a igreja faça.

9. Pare de promover eventos evangelísticos, mas faça com que a igreja encarne a paixão pelas almas e passe a empregar o velho (mas sempre novo) evangelismo pessoal como meio de alcançar os perdidos para Cristo. Uma boa maneira maneira é estimular a cada um para que se comprometa a orar, fazer amizade e convidar os seus parentes, amigos e vizinhos com regularidade para que assistam os cultos e ouçam a Palavra de Deus, Não é preciso ir longe. O campo está perto de cada crente. Saiba que 99% das pessoas que frequentam a igreja, hoje, foram trazidas por alguém e não por um "programa".

10. Valorize os cultos nos lares, de maneira sistemática, sem se preocupar com nomenclatura. A igreja primitiva se reunia no templo e nas casas e a maioria absoluta das igrejas existentes tiveram início em reuniões familiares.

11. Pare de fazer conchavos políticos e buscar os favores de candidatos para esta ou aquela atividade. O custo não vale a pena, compromete a voz profética e gera insatisfação entre os crentes. A melhor coisa que uma igreja faz é realizar as suas atividades com a própria receita. Quem quiser contribuir, que o faça em oculto, quando os diáconos passarem com as salvas ou quando os crentes forem chamados ao gazofilácio.

12. Resista a tentação de não cumprir as propostas acima. Sempre haverá os insatisfeitos que forçarão a barra. O risco é grande de você quebrar o compromisso, mas a perseverança é companheira dos que querem alcançar os seus objetivos. Portanto, siga em frente, olhando apenas para Jesus. Você não será decepcionado.

Conclusão

Posso afirmar com segurança, que, com essas decisões, entre tantas outras que podem ser tomadas, sua igreja, ao final de um ano, terá progredido muito mais em todos os sentidos do que se você insistir com esse sistema carcomido que muito aparenta, mas pouca eficácia tem para a igreja como corpo vivo de Cristo na terra.

Experimente e depois nos conte.

Autor: Pr.Geremias do Couto. In: Blog Manhã com a Bíblia
http://geremiasdocouto.blogspot.com/2010/06/uma-campanha-para-mudar-igreja.html

sexta-feira, 9 de abril de 2010

ONDE ESTÃO AS CRIANÇAS?

Conta-se que, quando Sócrates voltava para Atenas,

sempre perguntava: - Onde estão as crianças?
Por que perguntas pelas crianças?
— Porque o futuro de Atenas depende destas crianças!



Meditar nesta pergunta séria e solene: ONDE ESTÃO AS CRIANÇAS? faz estremecer.
A falta de interesse, de cuidado, de amor e de compreensão para com os filhos determinará o que acontecerá na próxima geração.
A omissão no ensino da Palavra de Deus e a falta de visão para se levar as crianças a colocarem em Deus a sua confiança fará surgir uma geração infiel e rebelde (Salmo 78:8).



Onde estão as crianças?
Estão exatamente onde os adultos as têm deixado: teledependentes, consumidoras desenfreadas, abandonadas à própria sorte e à influência daqueles que manipulam as pessoas por motivos daninhos, egoístas e diabólicos.

O futuro depende destas crianças!
Se alguém deseja trabalhar por um futuro melhor é urgente trabalhar melhor com as crianças que estão hoje em suas mãos.
Amanhã será tarde demais.


É urgente evangelizar as crianças, e há tantas estratégias e ministérios que podem ser desenvolvidos para que, diante da pergunta:ONDE ESTÃO AS CRIANÇAS? a respostas possa ser: ESTÃO SALVAS EM CRISTO JESUS!

Aí, sim, haverá bom futuro!

Fonte: Radar Criança nº 23 - Abril 2010

CLASSE DE CINCO DIAS E BOAS NOVAS







Classe de Cinco Dias

Objetivo:

Alcançar crianças não atingidas pelas igrejas.

Milhares de crianças sem Cristo esperam a oportunidade de ouvir o Evangelho, e talvez nunca terão esta oportunidade. É uma estratégia missionária urbana para chegar onde as crianças estão.

Classes desse tipo, realizadas num lar cristão, tem sido o começo de muitas congregações.

Local e Duração:

A Classe de Cinco Dias acontece durante uma hora por dia, por cinco dias consecutivos. O melhor período para a realização são as férias escolares. O local ideal é um lar evangélico, de bom testemunho na vizinhança, onde as crianças se sintam bem-vindas.

A classe poderá ser realizada em uma sala, no quintal, na garagem, ao ar livre, no salão do prédio, etc.

O Programa:

Deve ser bem planejado.

A ênfase do programa deve ser a de apresentar claramente a mensagem do Evangelho, a mensagem de salvação.

O coração do programa será a Lição Bíblica evangelística. As demais partes (música, versículo, história missionária, oração) giram em torno da lição bíblica.

Este trabalho deve ser feito em equipe, com pessoas integradas à igreja, envolvidas com a mesma visão e alvo.

Classe de Boas Novas

Objetivo:

. Salvação: para crianças não salvas, . Crescimento e Serviço: para as crianças salvas.

Elas devem ser ensinadas a viverem diariamente para Desus e desafiadas para servir ao Senhor em serviço de tempo integral se Ele as chamar.

Local e Duração:

No lar de pessoas crentes, de bom testemunho. A classe poderá ser realizada em uma sala, no quintal, garagem, etc. Uma hora por semana. Escolha o melhor dia e horário para as crianças.

Pode ser uma continuação da Classe de Cinco Dias.

O Programa:

Deve ser bem planejado.

A ênfase do programa deve ser crescimento espiritual para a criança salva e mensagem de salvação para a crianças não salva.

Pessoas envolvidas: a hospedeira, que abrirá sua casa, os professores e os ajudantes.

Fonte: APEC

sábado, 3 de abril de 2010

Livro sem palavras




Conhecendo a História do Livro Sem Palavras:

Um Meio Colorido de Comunicar o Evangelho!
Descubra o Seu Rico Legado...
O Livro Sem Palavras, primeiro com apenas três páginas - nas cores preto,vermelho e branco - foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no Tabernáculo Metropolitano, em Londres, seu sermão tinha o título "O Livro Sem Palavras". O Sr. Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e as folheava freqüentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por ele e da purificação "mas branca do que a neve" concedida para ele.
Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada, mas ela trouxe outra dimensão. Harry A. Ironside, que se tornou pastor da Moody Memorial Church, em Chigago. O Livro Sem Palavras estava sendo publicado em Londres, na época.
Quando a CEF começou a imprimir o livrinho, 15 anos mais tarde, eles adicionaram a última cor, verde, para representar o crescimento na nova vida. Publicaram também um folheto ensinando como usar o livro, e incluindo versículos bíblicos para cada página.

Um Legado Contínuo para as Futuras Gerações...
Nos anos que se seguiram, o Livro Sem Palavras foi levado por missionários a mais de 120 países do mundo, guiando milhares de meninos e meninas a Cristo. Por meio da linguagem universal da cor, Deus tem usado este meio eficaz para comunicar sua maravilhosa Mensagem da Salvação, talvez mais do que qualquer outro instrumento na História. Você pode também participar deste rico legado dos que têm sido fiéis na evangelização de crianças.
O Livro Sem Palavras foi também ensinado às crianças salvas que desejavam compartilhar sua fé com outros. Muitas crianças foram levadas a Cristo por outras crianças usando esta ferramenta simples. Transmita instruções claras e dê oportunidade para a prática à medida que passa este rico legado a uma nova geração.


FONTE: Retirado da Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças - Editora HAGNOS e Elaborada com a APEC