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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"Você está fazendo tempestade em copo d'água!"




Feliz 2013!

Momentos difíceis... 
Dias trabalhosos...
Que o Senhor seja a nossa maior decisão.





Fazer tempestade em copo d'água
é dar a uma situação uma 
importância muito maior do que 
ela tem ou merecer ter.

Vê-la, talvez, com os olhos 
do desespero e com
a inquietação da alma.

São os pequenos acontecimentos 
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.

Esses fatos têm uma importância 
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação, 
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida 
da outra pessoa.

O que é importante para o outro, 
pode ser simples para
mim e vice-versa.

Nunca podemos desprezar 
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação, 
somente porque aquilo é menos
importante pra gente, 
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.

Quando uma pessoa exagerar 
numa reação e disser a você
que isso a machuca, 
não menospreze.
Ela realmente sente, e importa 
pouco se a dor é grande ou pequena. 
Tente, com muita ternura, 
abraçar o coração dela.

Se for o caso de realmente 
ser uma tempestade num
copo d'água, 
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa 
compreensiva e que respeita
a dor alheia.

Quando se trata da vida, 
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades 
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.

É bastante um olhar, 
um grande coração,
um gesto de compreensão 
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves 
ventos de primavera.
E a colheita de flores, 
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.

Autor: Letícia Thompson

Edvanil FonsecaRosa vermelha

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O poder da oração


Eu creio!


Edvanil FonsecaRosa vermelha

sexta-feira, 6 de abril de 2012

UBUNTU (África)


Um antropólogo estudava os usos e costumes de uma tribo na África, e porque ele estava sempre rodeado pelas crianças da tribo, decidiu fazer algo divertido entre elas; Conseguiu uma boa porção de doces na cidade e colocou todos os doces dentro de um cesto decorado com fita e outros adereços, e depois deixou o cesto debaixo de uma árvore.



Aí ele chamou as crianças e combinou a brincadeira, que quando ele dissesse “já”, elas deveriam correr até aquela árvore e o primeiro que agarrasse o cesto, seria o vencedor e teria o direito de comer todos os doces sozinho.


As crianças se posicionaram em linha, esperando pelo sinal combinado.

Quando ele disse “Já!”, imediatamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo juntas em direção do cesto. Todas elas chegaram juntas e começaram a dividir os doces, e sentadas no chão, comeram felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e indignado perguntou por que elas tinham ido todas juntas, quando só uma poderia ter tido o cesto inteiro.

Foi ai que elas responderam: - “UBUNTU!!! Como um só de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?“






UBUNTU significa: - “EU SOU, PORQUE NÓS SOMOS!”



Às vezes a gente pensa que vem pra África pra ensinar a eles, quando na verdade a gente tem muito do que aprender com eles.



“Alegrai-vos com os que se alegram, e chorai com os que choram. Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábio aos seus próprios olhos.”
(Romanos 12:15.16)


Edvanil FonsecaRosa vermelha

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tomei uma criança pela mão...


Tomei uma criança pela mão, a fim de andarmos juntos parte do caminho. Eu deveria levá-la ao Pai. A tarefa me amedrontou, tão terrível me pareceu a responsabilidade. Falei, então, com a criança apenas sobre o Pai. Pintei a severidade do Pai caso ela o desagradasse. Andamos sob as árvores altas e eu disse que o Pai tinha poder para derrubá-las num minuto com seus raios possantes. Andamos ao sol, e lhe falei sobre a grandeza do Pai que fez o sol ardente, esplendoroso.
Ao cair da tarde, nos encontramos com o Pai. A criança se escondeu atrás de mim, tinha medo, não queria olhar para aquela face tão cheia de amor. Ela lembrou-se de minha descrição, não quis colocar sua mãozinha na mão do Pai. Fiquei entre a criança e o Pai. Refleti. Eu tinha sido tão conscienciosa, tão séria.
********
Tomei uma criança pela mão. Eu deveria levá-la ao Pai. Senti-me esmagada pela multidão de coisas que deveria ensinar-lhe. Não nos demoramos, mas corremos todo o caminho. Num minuto comparávamos as folhas das árvores e no seguinte examinávamos o ninho de um pássaro.
Enquanto a criança me fazia perguntas a respeito, eu a empurrava para caçar borboleta. Se por acaso adormecia, eu a despertava, a fim de que não perdesse nada. Eu queria que ela visse. Falamos do Pai muitas vezes e rapidamente. Derramei em seus ouvidos todas as histórias que deveria saber, mas fomos em diversas ocasiões interrompidas pelo soprar do vento, do qual devíamos falar; pelo sair das estrelas, que tínhamos de estudar; pelo riacho murmurante, que precisávamos acompanhar até sua fonte. E então, ao cair do dia, encontramos o Pai. A criança o olhou de relance. O Pai estendeu-lhe a mão, mas ela não se interessou o bastante para tomá-la. Pontos febris queimavam em seu rosto, ela caiu exausta no chão e adormeceu. Eu estava de novo entre a criança e o Pai. Refleti. Eu lhe ensinara tantas, tantas coisas.
********
Tomei uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Meu coração estava cheio de gratidão pelo alegre privilégio. Andamos devagar. Moderei meus passos pelos dela. Falamos das coisas que a criança ia notando. Algumas vezes era um dos pássaros do Pai: observamos quando construía seu ninho e vimos os ovos que nele depositava. Conversamos depois sobre os cuidados que ele tinha com os filhotes. Outras vezes apanhávamos as flores do Pai e acariciávamos as pétalas macias, apreciando suas lindas cores. Com freqüência contávamos uma para a outra essas histórias, repetidamente. De tempo em tempo parávamos, encostando nas árvores do Pai e deixando que o ar feito por Ele refrescasse nosso rosto sem falar. E então, ao fim do dia, encontramos com o Pai. Os olhos da criança brilharam. Ela olhou com amor, confiança e alegria para a face do Pai, colocando sua mão na mão dele. Naquele momento fui esquecida. E me alegrei.

Do livro: Passando aos Filhos a Tocha da fé
                 
            Edvanil FonsecaRosa vermelha

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ação X Reflexão X Ação


Num feriado como este, pelo menos aqui na terrinha, não posso deixar a oportunidade passar sem reflexão, meditação e como não dizer ânimo, e para ajudar a surra na letargia, uma boa lembrança de um projeto, que em seguida está postado. Muito especial para agir, refletir e agir...

Beijos especiais!!!!!


VOLTEMOS AO PRIMEIRO AMOR...

Edvanil FonsecaRosa vermelha