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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vale a pena * Eu acredito!


Olá pessoal!!!

Hoje li um diamante de história muito linda que não poderia deixar de compartilhar com vocês. É o tipo de coisa que acredito em se realizar nessa vida em pequenas poções diárias de gentileza, carinho, afeto e amor, logo após aquela que Cristo realizou por nós na cruz, e aprendendo com este sacrifício de amor que Ele fez por nós podemos proporcionar a outros, sendo do nosso círculo familiar ou não.

Eis a iniciativa de uma filha em atendimento a um dos seus maiores sonhos: dançar a valsa de casamento com o pai. Gente é linda demais esta história, muito emocionante e que nos traz diversas lições. Vale a pena assistir! Não está dublado, porém tenho certeza que você irá entender.

"Rachel Wolf há muito desejava convidar o pai pra dançar no casamento. Acontece que ela não tem nem namorado e ao pai restam poucos meses de vida, devido a um câncer terminal. Então ela decidiu criar um casamento onde, mesmo sem noivo, pudesse cumprir o sonho." (Hypeness) 






Lindo demais de se ver e sentir.
Edvanil Fonseca






quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"Você está fazendo tempestade em copo d'água!"




Feliz 2013!

Momentos difíceis... 
Dias trabalhosos...
Que o Senhor seja a nossa maior decisão.





Fazer tempestade em copo d'água
é dar a uma situação uma 
importância muito maior do que 
ela tem ou merecer ter.

Vê-la, talvez, com os olhos 
do desespero e com
a inquietação da alma.

São os pequenos acontecimentos 
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.

Esses fatos têm uma importância 
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação, 
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida 
da outra pessoa.

O que é importante para o outro, 
pode ser simples para
mim e vice-versa.

Nunca podemos desprezar 
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação, 
somente porque aquilo é menos
importante pra gente, 
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.

Quando uma pessoa exagerar 
numa reação e disser a você
que isso a machuca, 
não menospreze.
Ela realmente sente, e importa 
pouco se a dor é grande ou pequena. 
Tente, com muita ternura, 
abraçar o coração dela.

Se for o caso de realmente 
ser uma tempestade num
copo d'água, 
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa 
compreensiva e que respeita
a dor alheia.

Quando se trata da vida, 
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades 
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.

É bastante um olhar, 
um grande coração,
um gesto de compreensão 
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves 
ventos de primavera.
E a colheita de flores, 
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.

Autor: Letícia Thompson

Edvanil FonsecaRosa vermelha

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Eu tenho ministério fracassado


Lindo demais, quando você está num momento conversando com Deus e as pessoas próximas, e de repente chegam respostas para você.

Aconteceu desta forma hoje, a confirmação daquilo que eu sei sobre o conceito de fazer algo para o Senhor.

Preciso de algumas outras certezas e aguardando no Autor e Consumador da minha fé.

Este documentário do blog Voltemos ao Evangelho é essencial para este crescimento.

Peço que você reserve um tempo para assistir. Vale a pena!

E que a minha oração contínua seja: 
"Quero andar e realizar o que o Pai deseja para mim, segundo o conceito dEle de sucesso e que eu viva de uma forma que Ele possa se orgulhar."


Edvanil FonsecaRosa vermelha

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Aos professores com carinho

Imagem do Google


CARTA DE ABRAHAN LINCOLN
AO PROFESSOR DO SEU FILHO:


"Caro professor, ele terá que aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói  para cada egoísta, há um líder dedicado.

Ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada.

Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.


Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.

Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa,  ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.

Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.


Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.

Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.

Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens. Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor.“

Abraham Lincoln, 1830



Parabéns Professores!!!!

Edvanil FonsecaRosa vermelha





domingo, 16 de setembro de 2012

Mãos - Ninguém triunfa sozinho


Esta semana recebi um email de uma pessoa especial que conheci assim que entrei na Rede e de cara acreditou no meu trabalho, professora Davina Moraes. O tempo vem passando e o crescimento sem dúvida vem ocorrendo, mas a minha torcida é para que tudo contribua para o meu o avanço espiritual e para o que eu nasci: para a Glória de Deus.

O email com o título 'MÃOS" não li de imediato quando chegou na caixa de entrada, porém abri no momento em que fui marcada no Facebook com a mesma e seguinte referência: 'Com as mãos ungidas não há mal que resista' da companheira de jornada Patrícia Fonseca e recordei-me que algum tempo atrás ela já havia me falado sobre este assunto, daí lembrei da 'inbox'. [E haja lembranças, rsrsrs].

O texto está transcrito logo abaixo, contudo no momento da leitura relances fortes na mente vieram também de Neide profissional da Arte da Pintura e também minha irmã. Fatos tratados com toda a sensibilidade nesta cativante história de homenagem, dedicação, sacrifício, reconhecimento, caminhos traçados... e amor.

Portanto, juntos, os que se interessam pela vida além da aparência, pelas coisas que podem ser vistas não só com olhos, para os autossuficientes e para os que creem no Deus que é o Rei do Universo; este texto é para vocês.


No século XV, numa pequena aldeia perto de Nuremberga
vivia a família Durer com vários filhos.
Para ter pão na mesa para todos, o pai trabalhava cerca de18 horas 
diárias nas minas de carvãoe em qualquer outra coisa que se apresentasse.
Dois dos seus filhos tinham um sonhoSerem pintores.

Mas sabiam que o pai jamais poderia mandar  algum deles para a 
Academia de Pintura. Depois de muitas noites de conversas e 
troca de ideias, os dois irmãos chegaram a um acordo.
Atirariam uma moeda ao ar e o que perdesse trabalharia nas minas 
para pagar os estudos ao que ganhasse. Quando terminasse o curso, 
o vencedor pagaria os estudos ao outro com  a venda de suas obras. 
Assim, os dois irmãos poderiam ser artistas. Lançaram  a moeda ao ar 
num domingo ao sair da IgrejaQuis a sorte que fosse Albrecht a ganhar e
assim  foi  estudar pintura em Nuremberga.

O outro irmão, Albert, começou o perigoso trabalho nas  minas, 
onde permaneceu nos quatro anos seguintes para pagar os estudos 
de Albrecht, que desde a primeira hora fez sensação na Academia.
As gravuras de Albrecht, os seus entalhados e os seus óleos 
chegaram a ser muito melhores que os de muitos dos seus professores
Quando se formou, ganhava consideráveis somas com a venda das suas obras.

Quando o jovem artista regressou à sua aldeia, a família Dürer reuniu-se
para uma ceia festiva em sua homenagem Ao finalizar a memorável festa
Albrecht levantou-se e propôs um brinde ao seu irmão Albert que tanto se 
havia sacrificado, trabalhando nas minas para que o seu sonho de estudar 
se tornasse realidade
E disse: "Agora, meu irmão, chegou a tua vez.
Agora podes ir para Nuremberga e realizar os teus sonhos, que eu me 
encarregarei de todos os teus gastos". 


Todos os olhos se voltaram, cheios de expectativa, para Albert.

Este, com o rosto lavado em lágrimas, levantou-se e disse suavemente:

"Não irmão, não posso ir para NurembergaÉ muito tarde para mim.

Estes quatro anos de trabalho nas minas  destruíram-me as mãos.
Cada osso dos meus dedos partiu pelo menos uma vez, e a artrite 
da minha mão direita tem avançado tanto que até tenho dificuldade em 
levantar o copo para o teu brinde.
Não poderia trabalhar com delicadas linhas, comcompasso ou com
pergaminho  e não poderia manejar a pena nem o pincel. Não irmão, para mim é
tarde. Mas estou feliz  por as minhas mãos disformes terem servido para que as tuas
agora tenham cumprido o seu sonho".

Mais de 450 anos decorreram desde esse dia.
Hoje as gravuras, óleos, aguarelas, entalhes e demais obras de
Albrecht Dürer podem ser vistos em muitos museus de todo o mundo.
Mas seguramente vocês, como a maioria das pessoas, se recordam 
de uma obra. Talvez alguns tenham até uma  reprodução  em casa.
Para render homenagem ao sacrifício de seu irmão, Albrecht Dürer 
desenhou as mãos maltratadas de seu irmão, com as palmas unidas e os dedos
apontando ao céu.
Chamou a esta poderosa obra simplesmente "Mãos", mas o mundo inteiro 
abriu de imediato o coração à sua obra de arte e alterou o nome da obra para: 
"Mãos que oram".






Na próxima vez em que vires uma cópia desta obra, olha-a bem.
E, oxalá te sirva, para que, quando te sentires demasiado orgulhoso do que fazes
e muito seguro de ti mesmorecordes que na vida
"ninguém nunca triunfa sozinho!"

                        Edvanil FonsecaRosa vermelha